sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Site - Cedmon Alves

http://cedmonalves.com.br
 
        Olá pessoal, recentemente um amigo meu e parceiro musical lançou o seu mais novo site "Cedmon Alves". Cedmon é um dos grandes nomes no cenário violonístico nacional junto com seu violão de 10 (dez) cordas, passeando pelas melodias históricas do repertório do violão e uma pegada suwingada nos ritmos brasileiros, você pode conferir nos seus arranjos e nas suas composições. No seu site você pode encontrar todas as informações sobre o seu trabalho.
 
 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Novo site da AV-Rio (Associação de Violão do Rio de Janeiro)



Olá pessoal tudo bem? A Associação de Violão do Rio de Janeiro está lançando o seu mais novo site, que eu particularmente venho acompanhando todo o seu processo junto com o Celso Eduardo Cerbella o trabalho de Web Design da Adriana Ballesté. No site você vai encontrar toda a história da AV-Rio e seus projetos como a "Orquestra de Violões, "Série Violões da AV-Rio", "AV-Rio Social" e muito mais, além dos acervos para download.

AV-Rio




 



quarta-feira, 9 de maio de 2012

História do Violão com Nicolas de Souza Barros


Olá pessoal, mais uma novidade que anda no Mundo da internet, uma pequena série de cinco vídeos muito interessante que o prof. Nicolas de Souza Barros, fala de alguns instrumentos de cordas dedilhadas e sua relação com o violão atual através da "VIHUELA, GUITARRA RENASCENTISTA, GUITARRA BARROCA, GUITARRA ROMÂNTICA e VIOLA CAIPIRA.


Vihuela


A VIHUELA, surgiu no século XV na Península Ibérica. É o primeiro instrumento dedilhado com perfil de "oito" da história ocidental. Mas, a sua afinação, técnica e repertório eram essencialmente idênticos aos do alaúde.


Guitarra Renascentista


A GUITARRA RENASCENTISTA dá início à linhagem direta do violão moderno. Surge inicialmente na Espanha, e era um instrumento pequeno (bem menor do que este exemplar moderno), com a caixa acústica em forma de oito, quatro afinações e uma sonoridade bastante aguda.


Guitarra Barroca


Ao longo do século XVI, o alaúde começou a ter muitas cordas, e por isso se tornou um instrumento bastante complicado para tocar. Assim, a GUITARRA BARROCA, que pode ser o descendente direto da guitarra renascentista, tomou o seu lugar nas preferências dos nobres amadores. Tem cinco afinações, e frequentemente é afinada com poucas cordas graves.


 
Guitarra Romântica


Entre meados do século XVIII até o início do século XIX, a guitarra barroca teve a sua afinação modificada até surgir a GUITARRA ROMÂNTICA. Um baixo foi acrescido, e assim as cinco afinações duplas viraram seis cordas simples. Este instrumento é o precursor direto do violão moderno, e nada mais é que um violão com a caixa acústica e encordoamento menores, e com a estrutura interna mais frágil. Apareceu no Brasil a partir da década de 1830, e naquela época o instrumento foi chamado de VIOLA FRANCESA.



Viola Caipira


Com cordas metálicas, ao invés da tripa usada nos outros instrumentos, a VIOLA DE ARAME ou VIOLA CAIPIRA tem afinação parecida à da guitarra barroca e cinco afinações. No Brasil, é mais usada na música folclórica.

Fonte:
You Tube
AV-Rio (Associação de Violão do Rio de Janeiro) 

quarta-feira, 28 de março de 2012

Luva de proteção do antebraço

Bandolim e Violão - 1924 - Pablo Picasso
Olá pessoal, vou mostrar um acessório bem útil para a sua saúde e para a performance violonistica, que é uma luva de proteção do antebraço que dá maior velocidade e leveza na movimentação dos dedos, proteção e conforto na execução, alguns violonistas já utilizam este tipo de acessório mas o uso fica a critério do seu professor de violão ou de sua preferência para sua performance.

Como surgiu?
A Luva surgiu da busca de uma proteção adequada do antebraço contra a quina do violão. Posicionando o violão (postura clássica), o violonista normalmente exerce pressão com o antebraço direito sobre a quina formada pela junção do aro com o tampo do instrumento. Com isto a ação dos dedos fica inibida: os músculos não trabalham livremente e a circulação sanguínea é prejudicada. Em tentativas anteriores, se procurava resolver o problema da quina do violão construindo-se certos artefatos, que eram fixados na própria quina, a fim de deixá-la menos aguda. Daí resultava outros problemas: a) de ordem estética, devido à transmutação da aparência tradicional do instrumento e b) de estabilidade, devido ao uso de ventosas que podiam soltar-se repentinamente durante uma execução.

Quais as vantagens de seu uso?
A Luva de apoio rígido e a Luva de apoio suave melhoram consideravelmente o desempenho da mão direita, trazendo mais velocidade e leveza na movimentação dos dedos. Seu uso favorece todo o aparelho motor, desenvolvendo fluidez, causando menos tensão e cansaço e dando também maior segurança e precisão nos deslocamentos da mão e do braço.
Como funciona?
A Luva de apoio rígido, que oferece uma proteção mais completa do antebraço, é provida de uma peça interna, uma tala de proteção semi-rígida, chamada de distribuidor de pressão, que é sua parte essencial e que tem a função de eliminar a pressão localizada, distribuindo-a por toda a face interna do antebraço. Com isto ela permite a livre ação dos músculos flexores.
A Luva de apoio suave utiliza, em lugar da tala de proteção semi-rígida, uma camada de borracha que possibilita uma distribuição suave da pressão do braço contra a quina do violão. Neste caso a pressão localizada não é completamente eliminada, mas amenizada.
A Luva de apoio suave é também ideal para quem deseja utilizar a luva para maior conforto na execução, bem como para facilitar os deslocamentos do braço, deslizando em contato com a quina do instrumento.
Aos violonistas que exercem maior pressão do braço sobre a quina é aconselhável darem preferência ao uso da Luva de apoio rígido.
Fase de adaptação
A tala de proteção - presente na Luva de apoio rígido - dispõe exatamente do grau de rigidez necessário à sua função. O violonista, habituado à consistência da musculatura que cede à pressão contra a quina, poderá, porém, estranhar a nova sensação de contato do braço com o instrumento. Por isto, para muitos são necessários alguns dias de adaptação, até que fiquem familiarizados com o uso da Luva de apoio rígido.
Com a inserção de uma camada de espuma texturizada de maior espessura e densidade, o uso da Luva de apoio rígido tornou-se ainda mais confortável, dando uma melhor sensação de contato com o instrumento.
Para aqueles que tiveram dificuldades em adaptar-se à Luva de apoio rígido, recomendamos o uso da Luva de apoio suave, que dá uma proteção mais suave do antebraço, permanecendo a sensação natural de contato do braço com o instrumento.

Uso medicinal
O uso da Luva é altamente recomendado, pois:
• Impede a compressão dos músculos e dos nervos digitais.
• Evita a formação de tecido caloso, mantendo a flexibilidade muscular.
• Ajuda na prevenção e recuperação de lesões, como tendinite e distonia focal.
  As seguintes fotos mostram o braço sem e com a proteção da Luva:
 
 
  Sem a Luva:

A pressão sobre a quina restringe a ação muscular, provocando tensão

  Com a Luva de apoio rígido:

A pressão sobre a quina fica distribuída, permitindo o funcionamento normal dos músculos

                            Com a Luva de apoio suave:
A pressão é parcialmente distribuída, permitindo um melhor funcionamento dos músculos

Fonte:


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Organizando os instrumentos de cordas

    Olá pessoal, estou compartilhando uma boa idéia que encontrei na internet, vou mostrar em imagens o processo de como construir um “rack” para organizar e guardar os seus instrumentos de cordas.

1ª passo: Conseguir um rack usado de computador, TV, armário ou outro tipo semelhante que pode ser reaproveitado.

2ª passo: Retire a tampa na parte superior do "rack" e todas as divisórias interiores do mesmo. Manter as laterais e a base inferior. Alguns "racks" possuem rodas e outro não, mas podem colocar rodas para melhor locomoção. 



3ª passo: As divisórias “podem” ser feitas com cabo de vassouras pregadas e coladas a uma tábua fixada nas laterais do "rack", as medidas também podem ser modificadas de acordo com as necessidades. 


Sugestão para as medidas:

         

4ª passo: Este momento será de acabamento que poderá ser finalizado com uma fita protetora para os instrumentos não caírem, sugiro também colocar uma espuma na base inferior para mais proteção aos instrumentos. Pronto, agora está pronto seu armário, já pode guardar seus equipamentos.











   



sábado, 10 de dezembro de 2011

Violão de caixa de sapato

Pintura de Gabriel Ferreira - Segundo Arranjo para Violão

Para construir o violão de caixa de sapato precisaremos de alguns recursos materiais:

a) Uma caixa de sapato ou outro material com aproximadamente o mesmo tamanho;
b) Elásticos;
c) Grampeador;
d) Tesoura ou estilete;
e) Tinta e/ou outros matérias para enfeiar o instrumento.

Imagem 1 - Recussos para construção

1) Começamos a construção fazendo um orifício na tampa da caixa. Esse orifício pode ser redondo, oval ou quadrado. Enfim, de qualquer formato desde que ocupe proporcionalmente cerca de 10% (dez por cento) da tampa e esteja distante aproximadamente 5 cm (cinco centímetros) da extremidade. Desenhem a figura que será recortada para fazer a boca do violão.

O desenho abaixo mostra como deverá ser feito, caso o corte seja oval.

Imagem 2 - caixa de sapato vista por cima.

2) Agora pegue o papelão que foi recortado (retirado para fazer a "boca" do violão). Dobre-o ao meio e depois dobre também suas bordas de cada lado como mostra a figura abaixo.


Imagem 3 - cavalete do violão.

3) Pregue as abas no espaço de 5 cm (cinco centímetro) com o grampeador. Faça-o em um angulo diagonal para que cada corda produza um som de altura diferente.


Imagem 4 - cavalete em diagonal vista de cima.


 4) Coloque dois ou mais elásticos passando por sobre o papelão e dando uma volta sobre a caixa.

Imagem 5 - caixa de sapato com o cavalete e as cordas vista de cima.

Fonte de pesquisa:

domingo, 9 de outubro de 2011

Associação de Violão do Rio

Integrantes da Orquestra de Violões da AV-Rio:

Felipe Rodrigues (direção musical), Alberto Borges Brandão, Adriana Balleste, Henrique Brum, Olivia, Francisco R. Couri, Walter Francisco, Wilson Regis Costa, Celso Eduardo Cerbella, Augusto C. A de Moura, Ivan de Abreu Martins, Thiago Marcondes e Klaus Grunwald.